Energia e Meio Ambiente

A Rússia teve seu inverno mais quente em 130 anos

A Rússia teve seu inverno mais quente em 130 anos


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A Rússia bateu recordes de calor neste inverno, experimentando seu inverno mais quente desde que os recordes começaram 130 anos atrás, relatado Gizmodo. Partes do país foram6 a 8 graus Celsius (7,2 a 12,4 graus Fahrenheit) mais quente do que o normal, de acordo com dados mantidos pelo serviço de meteorologia da Rússia.

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Eventos estranhos

Essas temperaturas superaram as do último recorde ocorrido no inverno de 2015-2016 por1,3 graus Celsius (2,3 graus Fahrenheit) Todo esse calor resultou em algumas coisas bem estranhas acontecendo no país.

O calor derreteu a neve no Zoológico Bolsherechensky na região de Omsk e despertou os ursos de sua hibernação. “Eles provavelmente decidiram que a primavera havia chegado”, disse a porta-voz do zoológico Natalya Bolotova. The Washington Post.

Também interfere na fauna, pois as flores começam a desabrochar no início do inverno.

“As condições naturais na Rússia estão mudando rapidamente em grandes territórios, incluindo a zona ártica, onde mudanças climáticas particularmente fortes estão ocorrendo”, escreveu Alexander Rodin, chefe do programa de ciências ambientais e planetárias do Instituto de Física e Tecnologia de Moscou, em um comunicado ao Gizmodo.

Um aviso

O Ministério do Meio Ambiente da Rússia já avisou que o país está se aquecendo muito mais rápido do que o resto do mundo. Ministério revelou que região está esquentando 2,5 vezes mais rápido do que a média global.

Mas isso não é o pior. A pesquisa também está revelando que o aquecimento que ocorre no Ártico está fazendo com que a região se transforme em uma poderosa fonte de gases de efeito estufa. Um relatório do governo dos EUA concluiu que o Ártico pode agora estar emitindo tantos gases de efeito estufa quanto as emissões anuais do Japão ou da Rússia.

É um ciclo absolutamente desastroso. Quanto mais gases são emitidos, mais o Ártico é degelado, liberando mais emissões retidas. Esses impactos serão sentidos em todo o mundo como consequências das mudanças climáticas. Não é hora de fazermos mais para impedir isso?


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